
Da fazenda ao destino: integração logística se torna decisiva para a competitividade do agronegócio
novembro 4, 2026Projeção da Conab para 2026/27 reforça a importância do planejamento; Ourofino Agrociência destaca solução para o controle em pós-emergência
A área brasileira de milho de primeira safra deve alcançar 4,54 milhões de hectares em 2026/27, crescimento de 10,7% em relação ao ciclo anterior, segundo o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado neste mês. Nesse cenário, preservar o potencial produtivo das lavouras passa por decisões tomadas ainda no início do desenvolvimento da cultura, entre elas o manejo de plantas daninhas.
A presença dessas plantas provoca competição por recursos como água, luz e nutrientes. Segundo a Embrapa, o manejo durante o período crítico de competição é importante para evitar danos irreversíveis ao rendimento do milho. A intensidade da interferência varia conforme as espécies presentes, a infestação e as condições de cultivo.
“O produtor precisa acompanhar a área desde o início e identificar quais plantas daninhas estão presentes e em que estádio se encontram. Essa avaliação orienta a escolha do defensivo agrícola e do momento de controle, antes que a competição comprometa o desenvolvimento do milho”, afirma Edir Pfeifer, especialista em desenvolvimento de mercado da Ourofino Agrociência.
O desafio exige atenção ao histórico de manejo de cada talhão. A ocorrência de plantas de difícil controle e de populações resistentes a herbicidas torna importante combinar práticas agronômicas e planejar o uso de diferentes mecanismos de ação, com orientação técnica.
“Uma falha de controle deve ser avaliada considerando a identificação da espécie, o tamanho das plantas, as condições de aplicação e o histórico da área. Esses fatores devem orientar um programa de manejo que inclua o acompanhamento e a avaliação dos resultados”, explica Edir.
Entre as soluções oferecidas pela Ourofino Agrociência está o Brucia, herbicida seletivo pós-emergente para a cultura do milho, à base de tolpiralate. A solução integra o portfólio da companhia para o manejo de plantas daninhas e inclui, entre os alvos, o capim-amargoso, capim-pé-de-galinha, capim-braquiária, caruru e picão-preto.
“O Brucia amplia as opções disponíveis para o manejo em pós-emergência no milho. A recomendação deve considerar os alvos presentes e as condições de cada lavoura, sempre respeitando a bula e a orientação do engenheiro agrônomo”, afirma o porta-voz.
Para atender os produtores neste ciclo, a Ourofino Agrociência informa que o Brucia está disponível em canais de comercialização por todo o Brasil. Para adquiri-lo, basta solicitar contato com a equipe comercial pelo site oficial ou procurar a rede de revendas e distribuidores autorizados.
“Nosso trabalho é apoiar o produtor no planejamento do manejo e no acesso às ferramentas indicadas para sua realidade”, afirma Pfeifer.
Sobre a Ourofino Agrociência
A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 16 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira.
Mais informações: www.ourofinoagro.com.br




