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outubro 13, 2026Programa Tabaco Limpo distribui informações e orientações sobre práticas que preservam a qualidade e a integridade do tabaco.
Outubro 2026
O tabaco brasileiro é reconhecido mundialmente por sua altíssima qualidade e integridade. E para assegurar esse padrão, o Fórum Nacional de Integração da Cadeia Produtiva do Tabaco (Foniagro) está intensificando a campanha de conscientização do Programa Tabaco Limpo, que visa garantir que o tabaco esteja livre de qualquer material estranho ou contaminante. Os produtores estão recebendo materiais com informações que buscam mostrar a importância das boas práticas para evitar contaminações.
Além do cartaz que será distribuído pelas empresas, os produtores integrados estão recebendo vídeos informativos, que estão também disponíveis no canal do SindiTabaco no YouTube. Um deles aborda os cuidados necessários durante o cultivo e a colheita. Outro material destaca os cuidados a serem tomados no armazenamento do tabaco curado. E a terceira peça alerta para as práticas adequadas durante a separação e o enfardamento.
Conforme a assessora técnica do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Fernanda Viana Bender, o objetivo é conscientizar os produtores sobre a necessidade de adotar medidas para evitar que materiais estranhos sejam misturados ao tabaco. “A presença de elementos como fios, capins e outros vegetais, penas, insetos, pelos de animais, papéis e isopor é rejeitada pelos clientes internacionais”, conta. “A falta de conscientização pode desvalorizar o tabaco brasileiro, que hoje é reconhecido mundialmente pela sua qualidade e integridade”, acrescenta.
E o coordenador do Foniagro e assessor da Diretoria do SindiTabaco, Carlos Sehn, explica que os materiais não relacionados ao tabaco — tradução livre para o termo Non-Tobacco Related Material (NTRM), que é a sigla utilizada pelo setor internacionalmente — acabam se misturando ao produto por descuidos durante a produção. “Por isso, é preciso, por exemplo, fazer o controle das plantas daninhas na lavoura; não usar sacos de ráfia na colheita; não depositar o tabaco colhido diretamente no chão; e limpar bem o paiol antes de armazenar o tabaco curado”, alerta. Outros cuidados são o uso de mesa vazada e com boa iluminação durante a classificação do tabaco; não permitir a presença de animais no paiol; e retirar todo e qualquer material estranho durante o enfardamento.
Vídeos da campanha Tabaco Limpo:
Parceiros da campanha de conscientização
O Programa Tabaco Limpo é uma iniciativa do SindiTabaco e conta com a participação de entidades representativas dos produtores rurais. São apoiadores: Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc/Senar), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep).
Sobre o SindiTabaco
Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul (RS), no Vale do Rio Pardo, maior polo de produção e beneficiamento de tabaco do mundo. Inicialmente como Sindicato da Indústria do Fumo, a entidade ampliou sua atuação ao longo dos anos e, desde 2010, passou a abranger todo o território nacional, exceto Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com 13 empresas associadas, as ações da entidade se concentram especialmente na Região Sul do País, onde 96% do tabaco brasileiro é produzido, com o envolvimento de 533 mil pessoas no meio rural, em 527 municípios. Saiba mais em sinditabaco.com.br
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